quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ops

O quase pedido de demissão virou pedido de demissão.
O quase chamado para outra empresa virou emprego.

Pois é. Vida nova.

Estou me sentindo como o cara da foto...


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Quase...


Sumida? Sim.

Estou na fase do quase.

  • Quase pedi demissão
  • Quase, por sorte, arrumei outro emprego
  • Quase me decidi pela pós graduação
  • Quase mandei tudo pelos ares
  • Quase tive um siricutico nervoso de tanto stress
E não fiz nada disso! Ainda não descobri se isso é bom ou não!
Mas, o feriadão de aproxima e Bonito me aguarda... que saudade daqueles rios de água gelada...

Obrigada pelos selos, indicações, palavras... sou ausente presente, garanto!

domingo, 20 de setembro de 2009

E, no meu relicário...

Posso fazer uma lista imensa com trilhas sonoras da minha vida.
Mas tenho uma música que significa muito para mim.

De quem? Nando Reis, claro.

Qual? Relicário, sempre.


Para quem não conhece, aqui está a letra.

A importância dela para mim se dá devido ao fato dela ter marcado uma grande mudança na minha vida. De ter marcado o meu início de namoro, de ter feito eu me apaixonar por Nando Reis e, principalmente, por ela narrar extamente aquele momento que vivi naquele dezembro de 2007.

Relicário, para quem não sabe, é um objeto utilizado para guardar relíquias. Isto é, um objeto que temos todo o cuidado do mundo. O meu relicário é o meu coração. Nele estão guardados todos os meus sentimentos, meus momentos, minhas pessoas, minhas lembranças...Nele está todo o meu amor.

Nando Reis diz na letra:

"...O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou..."

Sentiram isso? Você está vivendo a sua vida, infeliz, mas está. E, no meu caso, nem sei se eu tinha consciência da minha infelicidade. Vivia em uma "paz" que eu não sabia ser tédio. E ele chegou.

Virou tudo de cabeça para baixo e levou minha "paz".

"...Corre a lua porque longe vai?
Sobe o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral
Que eu trocaria a eternidade por esta noite..."

Milhões e milhões de vezes penso que determinados momentos nao deveriam se acabar. Eu tinha tanto medo que acabasse, que tudo fosse tirado de mim. Eu não acreditava que estava sendo tão feliz e que tinha tanta gente atrapalhando... então eu sempre queria eternizar cada momento.

E hoje, tenho cada momento vivido guardado com todo amor e carinho no meu relicário...

"... Um relicário imenso deste amor...".

domingo, 13 de setembro de 2009

Nando Reis 06/09/09

Show de Nando Reis, Porto de Galinhas/PE - 10/09/2009

A banda sobe ao palco por volta da meia noite. Cenário paradisíaco, todo mundo na areia, em Maracaípe, os coqueiros com iluminação colorida. Tudo perfeito.

Músicas do novo cd são cantadas por tudo mundo e a banda começa a se empolgar. Eles começam então a cantar as músicas mais antigas e a platéia continua dando um show...

Nando Reis diz: A próxima canção é dedicada a estrela que mais brilha no céu, a estrela que mais faz falta em meu coração. Aponta para o céu e diz "Cássia Eller". A intensidade desse momento nunca poderá ser descrito pq a voz engasgada da emoção dele foi que fez tudo isso. A banda começa a música de forma arrepiante e Nando tenta começar a cantar... e não consegue... a platéia canta por ele, que sorri e agradece duas vezes emocionado, a participação de todo mundo naquela homenagem linda!

Mesmo tanto tempo depois, a emoção ainda toma conta dele ao cantar para ela...

Vejam o vídeo lindo desse momento aqui! É emocionante!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Atitude!

Vocês já pararam para pensar em como uma pequena atitude pode mudar radicalmente o destino de alguém? Não estou falando de largar tudo, mudar de curso, trocar de namorado, carro ou qualquer outra coisa. Estou falando de coisas bem menores.

Essa semana passei por uma situação muito chata. Tive que cancelar uma transação por conta de um telefonema. Da ausência dele, para ser mais precisa. Um simples telefonema informativo fez com que uma empresa cancelasse uma venda, descarregasse um caminhão já carregado, desprogramasse a comissão do vendedor e querendo ou não, queima um pouco o seu filme e estraga a pronta-entrega que não seria privilégio de todos os compradores.

Onde eu fico nisso? Eu fui a compradora. Eu fui a pessoa que não recebi o telefonema e tive que cancelar isso tudo. Eu fui a pessoa que passou por esse constragimento.

Mas, já cometi esse erro também e já causei coisas parecidas. Todo mundo quebra a cara um pouquinho para aprender e comigo não está sendo diferente. O que prezo bastante em tudo o que faço é a honestidade e a sinceridade. Assumo meus erros, me informo quando não sei, procuro esclarecer sempre as coisas, busco e repasso informações e, principalmente, procuro tratar todos de forma igualitária.

Sou adepta do "gentileza gera gentileza" e adoto esse lema para tudo na vida: Grosseiria gera grosseiria, desleixo gera desleixo, mentira gera mentira... e por aí vai.

Vamos dormir com a nossa consciência limpa para que nossos sonhos sejam tranquilos!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Despertar

Estava escuro. Tudo o que se via eram luzes. Amarelas, vermelhas e azuis. As amarelas andavam de um lado para o outro, as vermelhas piscavam e as azuis permaneciam intactas. Era como se fossem carros passando, mas os meus olhos não se abriam o suficiente para que eu conseguisse entender o que acontecia ao meu redor.

Algo quente escorria na minha cabeça, eu não via a cor, mas era quente. Provavelmente sangue. Mas, sangue? Na minha cabeça? Foi aí que me dei conta de onde estava.

Ao meu redor eu sentia muita terra e um cheiro estranho. Era como algo podre e que um tempo depois descobri ser o cheiro da morte. Tudo estava retorcido, mas nunca saberei explicar o que era o tudo naquele momento. Também descobri o motivo de não conseguir abrir os olhos: tinha terra no meu rosto. Terra junto com o líquido quente (o sangue?).

Então tentei me levantar e me dei conta de que estava embaixo de muita coisa. Afastei uns volumes que prendiam minha mão esquerda e com as duas livres, pude ir tirando todo o resto que me cobria. Eram tijolos, telhas, folhas secas... me limpei o suficiente e saí dali. A rua estava triste de se ver. Não existiam mais casas, prédios ou construção alguma. Nem a que eu estava. Estava tudo em ruínas. Tijolos, ferros, metais, vidros... todos espalhados por todos os lados.

Como era noite, a escuridão reinava. Somente aquelas luzes eram vistas e logo me dei conta de quem não se tratavam de carros. Era uma guerra. Cada vez elas aumentavam mais de intensidade e o ruído era extrondoso. Sempre acompanhados por explosões e fumaças. Mas o silêncio imperava no local. Não se ouvia uma única voz humana e passei a me perguntar se eu era a única critatura viva naquele local.

Comecei a andar e a querer procurar pessoas. Mas, ao mesmo tempo, sentia medo do que poderia encontrar por ali. A cada esquina, imagens novas. Carros completamente destruídos e virados de ponta cabeça como se fossem carrinhos de brinquedo; um ônibus virado de lado, com todas as janelas quebradas e um detalhe importante: Pude notar que as janelas tinham sido arrancadas e não quebradas. Será que os passageiros saíram de lá? Não tive coragem de ir ver e me mantive na minha caminhada.

Vez ou outra me vi interrompendo meus passos devidos as luzes que passavam. Os estrondos eram muito fortes. Doiam dentro de mim. Era como se cada bomba daquela estourasse dentro de cada órgão meu, um a um, e o efeito disso tudo era realmente bem semelhante a isso. Eu estava perdendo minhas forças, meus braços não levantavam mais, minhas pernas tremiam e minha mão que estava presa tinha um ferimento terrível. Eu não conseguia nem olhar para ela.

Chegou um momento em que andar já era uma tarefa impossível. Me encostei em um resto de muro que provavelmente era branco e que agora era marrom e faltavam diversos pedaços em sua superfície. Me peguei tentando entender o que tinha acontecido, onde estavam as pessoas, quem fez aquilo... e de repente tudo ficou branco... e eu já não estava mais ali. Estava em um lugar completamente branco e eu não estava mais suja. Nem ferida. Nem sentindo dores... E após isso, tudo sumiu.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Cinco motivos para odiar uma segunda-feira

1- Você sempre acorda com alguma dor e não pode faltar ao trabalho para não pensarem que você está de ressaca.
2 - Tudo o que aconteceu de errado no trabalho durante o fim de semana sobra para você na segunda-feira.
3 - O trânsito é maior. Provavelmente por conta do item 1.
4 - As horas não passam.
5 - Quando passam, você não fica feliz. Ainda tem 04 dias de trabalho até o sábado.

Boa semana (para quem for muito sortudo e consiga esse feito...)